
segunda-feira, 9 de março de 2009
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Caridade não tem religião

Prestem muita atenção nesta história....
Em uma determinada sessão em um centro Kardecista , os médiuns estavam reunidos quando um deles incorporou um preto velho que disse:
- Boa noite meus filhos que Oxalá os abençoe...
Então um dos médiuns disse para ele (interrompendo-o):
- Olha vovô, aqui não é esse tipo de casa que o senhor está acostumado a ir, aqui não tem café, não tem bolo e nada que possamos oferecer ao senhor. Estamos realizando um trabalho de estudos com espíritos evoluídos e gostaríamos que o senhor fosse embora.
Então ele pediu desculpas, e foi embora. E a sessão continuou. Passados uns trinta minutos, um dos médiuns disse que estava vendo um espírito de um homem vestido todo de branco e com vários livros na mão. Então os outros médiuns disseram que ele podia "chegar".
Esse espírito incorporou um dos médiuns e disse:
Esse espírito incorporou um dos médiuns e disse:
- Em que língua vocês querem que eu fale ?
- Em português, por favor.
- Em português, por favor.
E durante uma hora esse espírito falou sobre amor, solidariedade, amizade, ajuda, mediunidade, espiritualidade, etc. deixando os médiuns deslumbrados com tanta sabedoria.
E quando ele disse que ia embora, um dos participantes da mesa perguntou:
E quando ele disse que ia embora, um dos participantes da mesa perguntou:
- Gostamos muito da sua palestra, será que o senhor poderia aparecer outras vezes para nos ensinar mais ?
E o espírito respondeu:
- Vocês sabem que eu sou ?
- Não, quem é o senhor ?
- Eu sou o Preto Velho que a uma hora atrás vocês mandaram embora...
- Não, quem é o senhor ?
- Eu sou o Preto Velho que a uma hora atrás vocês mandaram embora...
E foi embora...
Essa história é verídica e contada por um dos médiuns participantes da mesa.
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
sábado, 21 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Dia de São Valentim...
... lembrado e celebrado hoje, mas na maioria das vezes muito esquecido nos outros 364 dias do ano.
Amor... Amizade... Cumplicidade... Companheirismo... Sinceridade... Romantismo... Prendas... tudo isso deveria ser todos os dias.
Amor... Amizade... Cumplicidade... Companheirismo... Sinceridade... Romantismo... Prendas... tudo isso deveria ser todos os dias.
FELIZ DIA DE SÃO VALENTIM
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
PARTIDA E CHEGADA

Quando observamos, da praia, um veleiro a afastar-se da costa, navegando mar adentro, impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espectáculo de beleza rara.
O barco, impulsionado pela força dos ventos, vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor.
Não demora muito e só podemos contemplar um pequeno ponto branco na linha remota e indecisa, onde o mar e o céu se encontram. Quem observa o veleiro sumir na linha do horizonte, certamente exclamará: "já se foi". Terá sumido? Evaporado? Não, certamente. Apenas o perdemos de vista. O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade que tinha quando estava próximo de nós. Continua tão capaz quanto antes de levar ao porto de destino as cargas recebidas. O veleiro não evaporou, apenas não o podemos mais ver. Mas ele continua o mesmo. E talvez, no exato instante em que alguém diz: "já se foi", haverá outras vozes, mais além, a afirmar: "lá vem o veleiro"..!!!
Assim é a morte.
Quando o veleiro parte, levando a preciosa carga de um amor que nos foi caro, e o vemos sumir na linha que separa o visível do invisível dizemos: "já se foi". Terá sumido? Evaporado? Não, certamente. Apenas o perdemos de vista.
O ser que amamos continua o mesmo. Sua capacidade mental não se perdeu. Suas conquistas seguem intactas, da mesma forma que quando estava ao nosso lado. Conserva o mesmo afeto que nutria por nós. Nada se perde, a não ser o corpo físico de que não mais necessita no outro lado. E é assim que, no mesmo instante em que dizemos: "já se foi", no mais além, outro alguém dirá feliz: "já está chegando". Chegou ao destino levando consigo as aquisições feitas durante a viagem terrena.
A vida jamais se interrompe nem oferece mudanças espetaculares, pois a natureza não dá saltos. Cada um leva sua carga de vícios e virtudes, de afetos e desafetos, até que se resolva por desfazer-se do que julgar desnecessário.
A vida é feita de partidas e chegadas. De idas e vindas. Assim, o que para uns parece ser a partida, para outros é a chegada.
Um dia partimos do mundo espiritual na direcção do mundo físico; noutro partimos daqui para o espiritual, num constante ir e vir, como viajantes da imortalidade que somos todos nós.
Richard Simonetti
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
PENSAMENTO
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Clareza do espírito
Sou matéria
Servindo ao espírito.

Venho de outras existências
Concentradas na minha essência...
Sou centelha divina!
Procuro a paz do meu amor.
Busco ter Felicidade e
Distribuí-la à vontade!
Carrego na minha bagagem
A companheira Bondade.
Sou atenta e vigilante
Das limitações que trago em mim,
E jamais esmoreço frente às dificuldades...
Pois desta existência tenho aprêço.
Sou responsável pela matéria
Que a mim foi emprestada.
E dela guardo com zêlo
O que a mim foi confiado
Fazendo da minha passagem
Um templo de luz, de amor, de coragem.
Lívia Dornelles
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